CINEMA | IF I STAY

Li o livro que deu origem ao filme há já dois anos. Na altura foi um livro que me surpreendeu e até acabei por ficar fã da autora. O ano passado acabou por sair o filme baseado no primeiro livro e eu ia arrastando e arrastando a visualização do mesmo porque queria muito ler o segundo livro. Quando o fiz pude partir para a visualização do filme e isso só acabou por acontecer em Dezembro de 2014. Era um filme que estava com imensa curiosidade e acabou por superar as expectativas.

(Mia Hall pensava que a decisão mais difícil que jamais iria tomar seria sobre seguir os seus sonhos musicais na Universidade de Julliard ou ficar com Adam, o amor da sua vida. Mas o que deveria ter sido um passeio familiar despreocupado altera todos os planos num instante e é a sua própria vida que passa a estar em jogo. Agora, Mia tem apenas uma decisão para tomar, algo que não só irá decidir o seu futuro, mas o seu destino final.)
Para quem leu o livro e depois vê o filme acaba por achar os dois bastante parecidos e isso foi definitivamente uma das coisas que mais me agradou, à excepção claro de algumas partes, mas no fundo o filme está bem fiel ao livro. O filme desenvolve-se a partir do momento em que a Mia e a família têm um grave acidente e ela acaba por ficar em coma. Já no Hospital ela acorda em espírito e ao mesmo tempo que vai decidir se continua a viver ou não vai recordando o seu passado, com a família, os amigos e em especial o Adam o seu namorado.

Uma das coisas que mais tinha gostado no livro era o facto de os protagonistas gostarem ambos de música. A Mia de música clássica e o Adam de rock. O choque cultural dos dois estilos musicais é colmatado pelo amor que os une e isso é muito bonito de ver. A música é assim um dos pontos fortes do livro e foi das coisas que mais gostei no filme. A banda sonora é perfeita. A música certa é colocada no local certo e o violoncelo e a guitarra são dois instrumentos que combinam tão bem.

Gostei da escolha do casting que acabou por me proporcionar uma boa hora de cinema. Todos bem credíveis tanto no contexto familiar e do romance, como no contexto musical. Não é fácil para alguém que nunca tocou um instrumento musical interpretar uma personagem que toque um, principalmente quando é um instrumento clássico.

No fim acabei por gostar muito do filme. Conseguiu transmitir-me tudo o que tinha sentido a ler o livro. Só não gostei muito de uma parte no final que foi retirada e que para mim é muito importante para o segundo filme. No entanto e apesar de tudo é um filme que recomendo muito.


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