CINEMA | THE LADY IN THE VAN

Quando me deparei com este filme soube logo que queria ver. Pareceu-me ter a quantidade certa de comédia e de drama, para me conquistar e contar com a Maggie Smith ainda mais. E não me desiludi nada. Este é um filme fantástico que eu gostava que mais pessoas vissem.

BOOK | THE COMPLETE MAUS


Já imaginaram recontarem a história do vosso pai um sobrevivente da 2ª Segunda Guerra Mundial. Contar os horrores que o levaram a um campo de concentração e os horrores que ele viveu e presenciou lá. Acredito que não seja fácil até porque a guerra e as suas atrocidades deixaram marcas profundas no seu pai e conviver com isso, lidar com isso na vida real não é fácil e deve ter sido ainda pior passar para um papel e para uma história. 

MARATONA SPRING TO READ 2017


Este ano vou organizar mais uma vez a maratona Spring to Read. O ano passado fiz esta maratona para celebrar a primavera e este ano estou a precisar de um incentivo para voltar em grande às leituras e por isso decidi voltar com esta maratona. 

A maratona irá decorrer de 19 a 25 de Abril, e terá como desafios:

1 - Flores, símbolo do renascimento: Começa um livro novinho em folha.
2 - Andorinhas, símbolo da leveza: lê um livro leve como os pássaros.
3 - Limpezas de primavera: lê aquele livro que tens na estante há séculos, ou que começaste e nunca mais acabaste.

Podem acompanhar a maratona também na página do facebook dedicada a ela aqui.

Espero que participem comigo nesta maratona e já sabem utilizem as hashtags: #springtoread e #springtoread2017

PRÓXIMA FASE!

Ao longo dos anos tenho vindo a reparar que demoro algum tempo a processar as coisas que me vão acontecendo e que preciso sempre de algum tempo para parar, pensar e seguir em frente. Quase como que um luto que preciso de fazer de determinadas situações. O mesmo aconteceu com o último grande acontecimento da minha vida, o fim do meu estágio. O ano de 2016 foi muito importante tanto a nível profissional como a nível pessoal. Estava a precisar de um abanão e ir viver sozinha para uma nova cidade fez total sentido. E o estágio onde estive ainda mais. Sinto-me uma privilegiada pela família que tenho me apoiar nas decisões que tomo e de me suportar na minha busca por um trabalho que me preencha e que possa proporcionar um sentido para o futuro. A minha área não é nada fácil e para piorar tudo no fim do curso não soube a 100% se era aquilo que queria mesmo, ainda para mais quando ninguém nos dá oportunidades para trabalhar, ganhar experiência e acima de tudo perceber se realmente encaixamos em determinadas áreas e mundos. Consegui encontrar um estágio numa área da minha formação que sempre me fascinou e com a qual adorei trabalhar. Se me perguntassem se ficaria no lugar onde estive a trabalhar este ano aceitaria com certeza, mas infelizmente as coisas nem sempre estão ao alcance de um pedido e por isso cá estou eu de volta ao mercado de trabalho e à rotina do envio de currículos.